HISTÓRIA

 

A Casa das Torres de Oliveira representa a memória e a história de Portugal, da arquitectura erudita, que remonta ao século XV.

A Comenda de Oliveira, em Terras de Cima Douro (hoje Freguesia do Concelho de Mesão frio) foi dada como mercê (recompensa oficial) pelo Rei Afonso V, a Afonso de Mansilha, nobre fidalgo, oriundo da Galiza, pelos serviços prestados àquele Monarca na Batalha do Toro, em 1476.

A sétima neta de D. Afonso de Mansilha e de D. Catarina Rodrigues Borges, Maria Caetana Veloso de Figueiredo Mansilha, herdeira da Comenda de Oliveira, casou com o Doutor José António de Sousa e Faria, Fidalgo da Cota de Armas, Cavaleiro da Ordem de Cristo do Desembargo de Sua Majestade El-Rei Dom João V.

Foi o Doutor José António de Sousa e Faria, sétimo-avô dos actuais proprietários, quem mandou construir, em 1740, a Casa das Torres de Oliveira, no mesmo lugar onde até então tinha permanecido, durante séculos, a antiga Casa da nobre família Mansilha.

Bem ao modo do século XVIII, José António de Sousa Faria usava de trajes de seda, nesse tempo abundantemente produzida em Trás-os-Montes e Alto Douro, pelo que lhe foi atribuído carinhosamente a alcunha de “Sedinhas”.

Sinónimo de qualidade, tradição, história e de orgulho nacional, a família decidiu abrir em 1994 a herança deste solar a todos aqueles que sabem dar valor à cultura e à história destas famílias detentoras de patrimónios incomensuráveis de beleza e tradição.

1476

A Comenda de Oliveira, em Terras de Cima Douro (hoje Freguesia do Concelho de Mesão frio) foi dada como mercê (recompensa oficial) pelo Rei Afonso V, a Afonso de Mansilha, nobre fidalgo, oriundo da Galiza, pelos serviços prestados àquele Monarca na Batalha do Toro, em 1476.
O fidalgo galego foi então viver para o seu Paço (da Quinta) de Oliveira onde se consorciou com a filha do Alcaide de Santarém, D. Catarina Rodrigues Borges. Começou aqui a linhagem dos Mansilhas e o apelido dos seus descendentes. A sétima neta de D. Afonso de Mansilha e de D. Catarina Rodrigues Borges, Maria Caetana Veloso de Figueiredo Mansilha, herdeira da Comenda de Oliveira, casou com o Doutor José António de Sousa e Faria, Fidalgo da Cota de Armas, Cavaleiro da Ordem de Cristo do Desembargo de Sua Majestade El-Rei Dom João V.

1740

Foi o Doutor José António de Sousa e Faria, sexto-avô dos actuais proprietários, quem mandou construir, em 1740, a Casa das Torres de Oliveira, no mesmo lugar onde até então tinha permanecido, durante séculos, a antiga Casa da nobre família Mansilha.

O lugar da sua construção resultou de uma rigorosa escolha, que permitiu não somente encabeçar uma vasta propriedade agrícola, com produção de Vinho do Porto, como também estupendos vinhos de mesa, brancos e tintos, que comercializa sob designação própria, como desfrutar de uma bela paisagem, ao fundo da qual se pode ver o rio Douro a serpentear rumo ao mar.

Bem ao modo do século XVIII, José António de Sousa Faria usava de trajes de seda, nesse tempo abundantemente produzida em Trás-os-Montes e Alto Douro, pelo que lhe foi atribuído carinhosamente a alcunha de “Sedinhas”.

1994

Sinónimo de qualidade, tradição, história e de orgulho nacional, a família decidiu abrir em 1994 a herança deste solar a todos aqueles que sabem dar valor à cultura e à história destas famílias detentoras de patrimónios incomensuráveis de beleza e tradição.

1999

Recentemente restaurada, a Casa dispõe de 6 quartos e salas muito confortáveis, piscina e jardins que lhe conferem um ambiente magnífico

2015

A Casa foi selecionada para servir de cenário da telenovela Coração de Ouro, produzida e emitida pela SIC.

DOURO

A região do Douro recebeu a sua primeira demarcação em 1756, pelas mãos do Marquês de Pombal, adquirindo ao longo dos anos um lugar de destaque entre as regiões.

Considerada como uma das mais grandiosas e belas paisagens vinhateiras do mundo, o Douro apresenta-se como um anfiteatro gigante de xistos e videiras, uma das mais prolíficas regiões produtoras de vinhos em Portugal. Num tal cenário moldado à força do trabalho humano, só poderia nascer um dos melhores e mais fascinantes vinhos de toda a terra.
A mais antiga região demarcada de vinho do mundo é também uma paisagem de rara beleza e de uma importância histórica indiscutível. Como tal, foi considerada pela Unesco como Património da Humanidade em 2001.

Da área classificada fazem parte 13 municípios, que, para além dos vinhedos, fornecem o contexto cultural e histórico em que se desenrola a vida desta região. É uma área rica em termos de património arquitectónico, o qual terá a oportunidade de admirar ao visitar a região.
No meio de montes, quintas e vinhas destacam-se grandes casas senhoriais do século XVIII, com as suas fachadas imponentes que demonstravam a importância das famílias que nelas habitavam. Douro, uma região vinícola de uma beleza indescritível.